A Academia Santista de Letras

Origem

Na segunda metade dos anos 1950, Santos já se apresentava como uma cidade culturalmente fervilhante do ponto de vista literário. Escritores, trovadores e poetas produziam com afinco e sonhavam em organizar sua própria entidade organizada, espelhada nos moldes na Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897 no Rio de Janeiro e da Academia Paulista de Letras, criada em 1909 na capital bandeirante. Assim, liderados pelo diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santos, Monsenhor Primo Vieira, e pelo empresário Clóvis Pereira de Carvalho, um grupo composto por doze membros fundou, em 23 de junho de 1956, a Academia Santista de Letras, elegendo como patrono o poeta Martins Fontes.

Os fundadores da ASL, de acordo com a ata de criação da entidade, foram Clóvis Pereira de Carvalho, Durval Ferreira, Monsenhor Primo Vieira, Álvaro Augusto Lopes, Archimedes Bava, Edmundo Amaral, Jaime Franco, Maria José Rezende, Mariano Gomes, Nicanor Ortiz, Saulo Ramos e Cid Silveira.

Cultuar a língua portuguesa
e a literatura nacional

Tendo em vista a colimação desses objetivos, constituem atividades básicas da Academia: editar Revista, organizar Biblioteca, organizar arquivo de documentos atinentes à vida e à obra dos Patronos e Membros Efetivos; organizar arquivo de documentos concernentes à vida da Academia e à história literária da Cidade de Santos; comemorar as datas alusivas aos vultos da literatura nacional e estrangeira; promover concursos literários, abertos ao público, com prêmios de estímulo ou menções honrosas; promover cursos de literatura nacional; promover palestras literárias ou sobre vultos da literatura nacional e estrangeira, como também sobre qualquer assunto de interesse cultural.

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